O Jaquim horroriza-se com a ideia, entre outras, defendida pelo Bloco de Esquerda para as autárquicas de Lisboa, de diferenciar nas portagens o pagamento dos carros consoante o número de passageiros.
Perante tal ideia, amedronta-se o Jaquim com as filas intermináveis de carros à medida que os funcionários tentavam desesperadamente contar o número de passageiros.
Vejamos esta imagem.
A maioria das pessoas de esquerda olha para esta imagem e diz imediatamente: "Três budas". Acredito piamente que nesta altura o teu cérebro esteja a raciocinar furiosamente: "Um buda... Dois budas... 47 budas... Não, não, não, a seguir ao dois não vem o 47. Será que a seguir ao um vem mesmo o dois? Talvez venha o 10. Afinal um mais zero é menos que dois. Então um buda, 10 budas, 47 budas. Não, não, não pode ser."
Pois é, nós sabemos que há muita gente de direita que tem grandes dificuldades a contar, que muitas vezes se traduzem em declarações de IRS incorrectas. Mas asseguro-te que há também pessoas que identificam automaticamente quantidades inferiores a 10, ou pelo menos a 5.
(Podes parar de pensar, JCD, garanto-te que são mesmo três budas.)
Há pessoas que, não tendo tal capacidade, procuram resolvê-la através sofisticados métodos. Um deles, nomeadamente aplicado a calcular o número de passageiros em carros ligeiros, consiste na equação x=y-z sendo que y = 5, z = número de lugares vagos e X =< 5 (sendo que se x > 5 o funcionário deverá passar uma multa ao condutor do carro ou fazer um teste do balão a si próprio).
Outro método avançado, muito utilizado por fachos inteligentes e crianças, é levantar um número de dedos de uma mão igual ao número de pessoas, contando-se assim o número de dedos.
Mas, se me perguntares, realmente não sei como é que os vários estados americanos que têm vias só para carros com dois ou mais passageiros conseguem contar o número de ocupantes de cada carro sem perturbar o trânsito, mas suspeito que a maior parte dos controladores seja do Partido Democrata.
Do mesmo modo, não tenho bem a certeza como é que nas portagens portuguesas conseguem distinguir tão depressa os veículos ligeiros dos pesados e aplicar a tarifa correspondente. Eu demoro pelo menos uns dez minutos a calcular as dimensões antes de conseguir distinguir um Toyota Yaris de um TIR Volvo FH16.
Incidentalmente, a maioria das propostas do BE que te parecem absurdas são recomendadas por entidades internacionais ou mesmo postas em prática em vários países: Londres instituiu recentemente portagens na baixa e várias cidades holandesas só permitem o acesso de carros de moradores ao centro.
Caso queiras saber mais sobre a origem e efeitos destas medidas podes ver este site e este. Claro que, como bom liberal, imagino que te preocupem mais os efeitos económicos das medidas que o facto de, segundo a OMS já haver mais mortes devidas à poluição atmosférica das cidades que por acidentes de trânsito.
Bom, e agora quando é que nos dás uma divertida análise das propostas do actual presidente eleito da Câmara de Lisboa, e sério candidato a governante de Portugal, na sua campanha autárquica? (O casino boiante ou com rodinhas - não se chegou a perceber bem - e o túnel sobre o Marquês já conhecemos.)
Enquanto nos preparas tal post, deixo-te um complicado puzzle para resolveres no fim-de-semana. Se não conseguires dou-te a solução na segunda-feira.
Diz quantos burros estão nesta imagem:
P.S. - Oh, eu sei, eu sei, os gajos de esquerda, mesmo sabendo contar, nunca apresentam propostas credíveis e limitam-se a criticar e a satirizar, ao contrário de ti que nos próximos 3 minutos nos vais expor as tuas soluções para o trânsito, poluição e desertificação dos centros da cidade (que sem dúvida giram à volta de terraplenar as zonas antigas para contruir auto-estradas modernas, com múltiplos centros comerciais e arranha-céus, baixar o imposto automóvel e o imposto dos combustíveis. Quanto à poluição, quem quiser andar a pé que compre máscaras de gás.)
É pá, para que é que perdeste tanto tempo com um tiro tão ao lado?
A frase bloquista era:
"Porque não querem os concessionários da ponte e das portagens de auto-estrada que automóveis com três pessoas tenham redução de preço e com uma a sua elevação?"
E o meu comentário foi:
"Está-se mesmo a ver. Cada carro que passava na Via Verde parava, vinha de lá um funcionário bloquista e contava as cabeças. Depois fazia um preço. Muito prático."
Via Verde. Sabes o que é? Cerca de 60% dos pagamentos de portagem na Lusolândia são automáticos.
Diz-me lá, assim de repente, quantos budas passaram hoje no veículo com o identificador 6003256095110004567?
Um abraço liberal e racional
jcd
O jcd, que se julga bom a ironizar e ridicularizar, de em quando leva estas lições sobre os mais variados assuntos.
Fica deprimido mas depois recompõe-se ao ler os comentários da carneirada que escreve no jaquinzinhos.
Ora, este é um excelente post que ironiza e ridiculariza o que realmente interessa: as mentiras do liberal.
Via Verde?
Alguém?
Quantos são?
Venham eles.
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