E os críticos não deliram, cantam, louvam ou aplaudem.
"O meu livro é uma revolução na história da literatura. É o primeiro livro do género: ousado, moderno e fazendo pela literatura o que os dadaístas e surrealistas fizeram pela arte," diz o o autor, (...) "O verbo é como uma erva daninha num jardim, é preciso arrancá-la para as flores poderem crescer."
Já tivemos o filme sem imagens. Já tivemos o concerto sem som.
Tudo bem!...
Eu quis fazer um romace bem feitinho, estou à espera que alguém se digne publicá-lo. As esperanças são poucas.