França, EUA e Igreja Católica acusados de permitir o genocídio do Ruanda.
Os líderes católicos recusaram quase todos condenar o governo, nunca empregaram o termo "genocídio" e muitos sacerdotes e freiras ajudaram activamente os genocidas.
Representantes da França armaram o governo sem se preocuparem em utilizar a sua influência para conter as políticas e propaganda racista ou impedir os massacres dos Tutsis(...)
Logo que o genocídio começou o governo americano, apoiado pela Grã-Bretanha e pela Bélgica foi o principal responsável por impedir a ONU de reforçar as suas forças no Ruanda.
E vocês que diziam tão bem do Clinton...
Onde?